Mercosul: quais as vantagens de negociar nele?

Neste artigo abordaremos como a união de países, por meio da formação de blocos econômicos, traz vantagens – de uma forma mais competitiva – para a atuação dos seus membros e, nesse caso, para um país da América do Sul negociar com o Mercosul.

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Sendo uma medida bem comum ao redor do globo, nesse caso Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai se uniram e firmaram, portanto, tratados de cooperação mútua visando um impacto econômico saudável entre os países.

Além disso, o Mercosul ainda tem seus objetivos principais para as negociações entre os países, que são:

  • livre circulação de bens e de serviços, por meio de redução de barreiras diversas;
  • classificação tarifária padronizada para fins comerciais;
  • coordenação de políticas setoriais e econômicas;
  • fortalecimento constante do bloco, por meio de um processo de internacionalização.

Ficou interessado na temática e quer saber mais? Continue a leitura até o final!

O que é o Mercosul?

Também chamado de Mercado Comum do Sul, trata-se de um bloco econômico e uma ótima opção para empresas importadoras e exportadoras brasileiras negociarem no mercado internacional com os países que o compõem.

Portanto, a facilidade se dá por conta das semelhanças de cultura e a logística de transporte facilitada entre os países pertencentes ao referido bloco. É possível utilizar os modais marítimo, aéreo e rodoviário, o que certamente são grandes vantagens em negociar com Mercosul para a movimentação de mercadorias entre suas fronteiras.

Sendo Mercosul um bloco econômico formado por países da América do Sul, sua relevância resulta na promoção da integração de seus membros, bem como no crescimento econômico deles diante da perspectiva global.

Ele foi criado em 1991 através do Tratado de Assunção, mas só teve a sua validade efetivada em 1994, ao ser ratificado pelo Protocolo de Ouro Preto.

Nesse sentido, faz-se necessário compreender a diferença entre na classificação dos países no bloco econômico, quais sejam: países membros, países associados e países observadores.

Em princípio, os países membros são todos os que criaram o bloco em 1991 e que asseguram para si uma boa vantagem para negociar com Mercosul.

Em seguida estão os países associados. Eles assinaram o acordo de livre comércio para realizar transações internacionais com os países membros, igualmente de modo a fomentar as suas economias. São eles:

  • Chile;
  • Bolívia;
  • Equador;
  • Colômbia;
  • Peru; e
  • Suriname.

Por fim, há os países observadores. São aqueles que apenas participam das reuniões ou dos eventos, porém não têm o direito do voto nem de opinar nas decisões do bloco econômico:

  • México; e
  • Nova Zelândia.

Por que o Mercosul permite o livre comércio entre os países membros?

O objetivo principal do Mercado Comum do Sul é, justamente, criar um bloco econômico consistente entre os países membros que, por suas semelhanças, facilidades culturais e logísticas consigam, afinal, praticar o livre comércio entre si.

Além do Mercosul proporcionar vantagens para os países membros, para negociar por meio do fluxo de bens e moedas, estabeleceu-se a união aduaneira entre eles. Trata-se da livre movimentação de seus habitantes pelos países membros do grupo.

Além disso, em 1995 foi criada uma tarifa padronizada. É a que até hoje chamamos de Tarifa Externa Comum (TEC), adotada para permitir e facilitar a circulação das mercadorias que venham de países associados. Isto é, a tarifa que incide sobre os produtos importados é a mesma para todos os países. Assim, evita-se que os países possam oferecer vantagens para outros produtos, fomentando a competição negativa com a produção dos países membros do bloco.

Quer saber mais detalhes sobre o Mercosul? Leia este artigo na íntegra!

Quais são as vantagens de negociar com o Mercosul?

As vantagens de negociar com Mercosul existem, primordialmente, para que, participando desse bloco econômico, as empresas brasileiras de comércio exterior tenham maior abertura em mercados internacionais com mais facilidade e redução de tributação.

Abaixo, listaremos as principais vantagens, afinal, o bloco é considerado a quinta maior economia do mundo por conta da livre comercialização de mercadorias e circulação de habitantes entre os países membros. Vejamos por qual motivo, enfim.

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A propósito, importante salientar que grande parte do avanço é impulsionado pelo Brasil, como a maior economia da América Latina, fazendo com que o Mercosul seja um dos maiores receptores de capital estrangeiro com investimento direto.

Redução tributária no comércio entre países membros

No cotidiano das empresas brasileiras de comércio exterior, o Imposto de Importação (II) é o tributo incidente nas exportações e nas importações, e a alíquota varia onerando mais ou menos o custo final do produto.

Praticamente, o maior benefício do bloco econômico é que os produtos nacionais entram nos países membros e nos países associados sem a cobrança desse imposto.

Os Ex-Tarifários são válidos em todos os países do bloco.

Redução no tempo de entrega e no custo do estoque

Por conta da proximidade geográfica entre os países, as distâncias percorridas nas movimentações de mercadorias são menores. Isso permite às empresas um planejamento mais simples e mais barato para a reposição dos seus produtos no estoque.

O transporte rodoviário, mais acessível, também é amplamente utilizado nos países que compõem o Mercosul.

Linhas de financiamento para o Mercosul

As empresas que comercializam seus produtos dentro do bloco econômico obtêm linhas de crédito especiais, por meio de acordos entre os bancos dos países membros e associados, com a finalidade de fortalecer a integração econômica entre eles.

Fortalecimento da economia regional

O Mercosul valoriza os produtos manufaturados dos seus países participantes, com o intuito de fomentar o intercâmbio tecnológico para o favorecimento das operações das empresas de comércio exterior, sendo essa uma das vantagens de negociar com Mercosul.

Além disso, facilita o turismo pois dispensa apresentação do passaporte ou de visto, pois basta apresentar a identidade civil (registro geral) como cidadão proveniente de um país membro para entrar em qualquer outro deles.

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